Qlik Sense | Boas práticas para melhorar a experiência do usuário

Este material foi originalmente postado pela Qlik. Confira o material na íntegra clicando aqui!


Muitas organizações investem muito tempo e dinheiro na aquisição e coleta de dados. Esse investimento pode ser utilizado de forma mais proveitosa ao permitir que tantos usuários quanto possível tenham acesso e obtenham informações de todas essas fontes de dados.

Apresentaremos agora conceitos simples sobre como visualizações de dados podem ser apresentadas aos seus usuários de forma mais visual. O objetivo é tornar a informação facilmente consumível, envolvente e agradável. Isso, sem dúvida, ajudará a impulsionar a aceitação por parte do usuário e, portanto, o retorno do investimento em dados.

Por que a experiência do usuário é importante?

  • Uma boa experiência do usuário ajudará a empresa se tornar data-driven. Quanto mais pessoas estiverem usando sua aplicação, mais valor o investimento em dados terá na sua organização;
  • Os usuários podem encontrar o insight de que precisam mais rapidamente. Isso contribui para uma maior produtividade e melhores decisões;
  • As pessoas vão gostar de usar. E se elas gostam da experiência, elas são mais propensas a explorar e experimentar, levando a mais insights e inspirações!

Top Tip 1 – Menos é mais

Talvez você seja um seguidor da premissa do “quanto mais dados melhor” e fique inclinado a espremer o máximo de informações possível em uma tela e usar todos os espaços disponíveis. Isso pode até agradar alguns dos usuários, mas pode deixar sua aplicação muito confusa para a maioria deles, além disso, é provável que seja difícil de visualizar em dispositivos móveis.

Se quisermos que uma audiência mais ampla se envolva com nossa aplicação, precisamos manter as coisas simples e fáceis de serem compreendidas. Aqui estão algumas maneiras para conseguirmos isso:

  • Incentive o uso da Pesquisa Associativa e da ferramenta Seleções, não obstrua os painéis com caixas de listagem ou muitos filtros. A pesquisa é uma interface de usuário muito mais eficaz para encontrar rápida e facilmente as informações;
  • Limite o número de objetos de visualização em uma única tela a não mais de 4. Isso exclui texto e objetos de Indicador de Desempenho Chave (KPI). Isso significa que os usuários se concentrarão em informações importantes e também ajudará a garantir que a visualização esteja correta em dispositivos móveis;
  • Não tente explicar tudo o que for possível. Foque na regra do 80:20, construir 20% dos objetos necessários para atender a 80% dos casos de uso. Os 20% restantes podem ser obtidos através do self-service, uma capacidade chave do Qlik Sense.

TOP TIP 2 – Espaço e Simetria

Muitos estudos científicos têm mostrado que a simetria é atraente para o olho humano. Você pode achar insignificante, mas se o layout dos objetos são simétricos e bonitos, eles serão mais atraentes e os usuários terão maior probabilidade de querer se envolver com o conteúdo.

Aqui estão alguns métodos simples para criar aplicações ainda mais visuais:

  • Tente deixar um espaço (um retângulo da grade) entre objetos e outro na borda da tela, isso evita claustrofobia do usuário e delineia bem os objetos;
  • Organize os objetos simetricamente, lembre-se, a simetria é atraente para o olho;
  • Agrupe objetos em conjuntos que tenham uma forte relação ou a mesma relevância.

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Top TIP 3 – Não tenha medo de logos, ícones e imagens

Logos, ícones e imagens ajudam com o apelo visual e identidade de marca. Entenda um pouco mais como e por que usá-las em suas aplicações:

  • Usar logos corporativos ou de projetos específicos ajuda a reforçar um senso de identidade e confiança na aplicação;
  • Ao usar gráficos e imagens lembre-se de definir a imagem como plano de fundo, definir o alinhamento correto, selecionar ‘Always fit’ ou outra configuração que evite distorção de imagem e selecionar também ‘Comportamento responsivo’ para ‘Imagens’;
  • Tente agrupar logotipos e caixas de filtros em um lado da tela, semelhante a uma barra de navegação lateral de um site, isso economiza espaço e cria um agrupamento lógico;
  • As empresas tendem a dedicar muito esforço na estética do seu material de publicidade. Esta pode ser uma grande fonte de ideias de design. Certifique-se de verificar relatórios anuais, modelos de apresentação corporativa e o site da empresa.

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TOP TIP 4 – Pense no seu público

Pode parecer óbvio, mas o que isso significa no contexto da experiência do usuário? Em primeiro lugar, trata-se de pensar “Quais perguntas dos usuários a aplicação precisa responder?”

Em segundo lugar, é importante considerar a ordem das perguntas que um usuário pode fazer. Qual é a sua primeira pergunta e quais são as perguntas subsequentes? Como os usuários costumam trabalhar? Podemos ordenar visualizações de acordo com a jornada mais comum dos usuários.

Aqui estão alguns pontos a serem considerados:

  • Quem são os usuários e por que eles usam o Visual Analytics? Quais perguntas estão procurando responder?
  • Sua aplicação torna mais fácil para os usuários responderem as perguntas que eles têm e tomarem uma decisão de negócios?
  • Qual é o idioma dos seus usuários? Tente usar o mesmo idioma em toda a aplicação;
  • KPIs devem ter contexto quando possível. Adicione uma medida suplementar para isso (por exemplo, adicionar comparação com o mesmo período do ano passado);
  • Invista tempo pensando sobre as medidas que você está usando e se os cálculos realmente ajudam a revelar as tendências que você pretende;
  • Pense na jornada do usuário e organize os objetos e pastas de uma forma que facilite a navegação, deixando-a o mais simples possível.

Top Tip 5 – Considere cuidadosamente o uso de objetos de extensão e visualizações mais exóticas

Há tipicamente duas razões principais para usar objetos de extensões dentro da interface de usuário do Qlik Sense:

1. Expandir a funcionalidade
2. Envolver os usuários com visualizações novas e diferentes

A primeira razão ocorre muitas vezes quando os usuários expressam uma opinião muito forte de como as coisas devem ser, por exemplo, “um botão que faz isso” ou “um gráfico suspenso que faz isso” e então você encontra a solução nas extensões. As principais considerações ao escolher usar uma extensão por esta razão estão em torno da experiência do usuário, do suporte e da manutenção.

Para justificar a segunda razão podemos trazer novamente a afirmação feita no início do post, “quanto mais pessoas estiverem usando sua aplicação, mais valor o investimento em dados terá na sua organização”. Se visualizações exóticas envolvem os usuários então seu uso se justifica.

O conselho geral aqui é usar apenas extensões onde seu objetivo for claro e justificado.


Para saber mais sobre essa ferramenta e conhecer nossas soluções, entre em contato!

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